Arquivo do blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta desejo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desejo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de agosto de 2011








Nunca me ouvis-te dizer que haveria um dia que te ficaria sem fome, de certeza. Aliás, tudo o que brota da minha boca, são palavras deliciosas envoltas em gemidos e num orgasmo final que te leva ao ceu.

Agora a fome era muita. Mais desejo do que outra coisa qualquer. É engraçado como por vezes sabemos separar tao bem o amor, de quando me fodes. E o quanto me queres foder, do quanto me amas. E levas-me sempre a fazer o que queres e o que precisas. Culpa disso, tenho eu, que adoro ver a tua cara de quem se está a vir.


Acho que isso é uma das coisas que nos faz ser tao perfeitos. Saber sempre que me queres, como nunca quiseste ninguem e saber que me amas como nunca amas-te ninguem. Nao temos um amor todo lindo e fofo, cheio de musicas e tudo isso. Sei mandar-te a merda, e sei escrever para o amor da minha vida. E isso serás sempre.

"Fomos brincar para a rua, como duas crianças. Era de noite e cada toque era mel. Beijaste-me, eu beijei-te. Queria aguentar a semana toda. Nao sou ninfomaniaca, aguento. Puxaste-me a camisola. mais uma vez a tua lingua manifestava-se furiosamente, mordias-te e fazias cada um dele crescer na tua boca, enrolado na tua saliva. Ouvis-te o teu fecho desapertar-se, lambeste-me a mao, queria que te deixasses ir. Maos num vai e vem, linguas, labios carnudos, era quase eu quem me vinha. Para, para, para. Esta uma mulher a janela. vesti o que ja me estava a faltar, tu o mesmo. E ri-me o resto da noite"